Trama
Entre ruas vazias, fachadas silenciosas e paisagens noturnas, a luz emerge como a única presença constante, desenhando memórias efémeras sobre espaços desprovidos de figuras humanas. Sem seguir uma narrativa convencional, o filme constrói um diário visual onde o tempo se acumula em fragmentos, convidando o espectador a habitar o silêncio, a ausência e a delicada persistência daquilo que continua a brilhar mesmo quando ninguém está presente.










